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sábado, 18 de abril de 2009

Filho de minha vida, 
meu doce rebento.
Tantas noites de sono
sagrado, perdidas
a embalar-te.
No meu peito grudado,
Outras tantas.
Valeu a pena, filho querido;
Cada noite perdida.
E quase a vida, que se ia
no momento primeiro.
Tudo de novo faria.
Filho meu querido.

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